A brandura, a bondade, e a benevolência, devem ser leis nas atitudes com os outros.
Por mais que as situações nos levem a um ritmo acelerado de troca de injúrias e atitudes erradas, devemos sempre manter a brandura e o amor no coração, difícil ato esse, quando se está sob a pressão de energias pesadas e sentimentos que nos levam ao ódio, mágoa e rancor diante de palavras e atos impensados atirados como dardos envenenados em direção ao coração daquele que ouve e na maioria das vezes rebate com mais afinco, dando mais força as energias de destruição do afeto, do amor e da harmonia, que muitas vezes horas antes ali reinava.
O orgulho traiçoeiro, sempre se colocando entre uma parte e outra, alimentando a discórdia e o impulso insensato do coração ferido e machucado. De uma vez por todas, deve-se acalentar a alma com o poder da prece e da calma, nos momentos de escuridão a discussão só faz elevar as tensões, fazendo com que os corações saiam feridos e sem esperança.
A luta para o bom convívio deve ser diária, em passos constantes, às vezes cambaleantes, mas sempre firmes rumo ao propósito maior, o crescimento e o desenvolvimento do amor, compaixão, paciência e da Paz.
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